segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A verdade


Eu, com 5 anos de idade, em Lisboa, Portugal.
Sempre amei uma caneta e papel...
Essa foi a época em que fomos parar em Lisboa logo após meus pais (pr. Kemuel e Roseni), eu e Luciana (que tinha 2 anos) sermos expulsos de Guiné-Bissau.
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Há uma verdade que não permite ser abafada
pelo silêncio ou pelas situações não queridas.
Ela rompe os limites que não foram por ela
postos e se mostra com todas as suas posições e respostas.
Não se intima pelo não toque, pelo não querer dizer.
Não se esconde atrás de medos e nem foge das possibilidades.
É uma verdade firme!
Que tem na constância sua firmeza e crescimento.
Seu nascimento não foi obrigado, nem seu crescer imposto.
Mas é fiel ao que no início lhe foi proposto.
Essa verdade é coerente e fiel.
Tem uma beleza que não necessita maquiar-se para se mostrar.
E não tem receio de se revelar por inteiro.
verdade mostra suas cores, expressa todos
os seus atos, não esconde quem ela é.
Mas por assim ser, essa verdade é temida.
Não tem sido realmente vivida, pois não se
busca saber o que ela realmente diz.
Quem não a vive, deve até criar preconceitos sobre suas atitudes.
Não lhe dá o valor merecido.
Relega-lhe uma posição não de destaque, sem se
importar com o real que tal verdade pode proporcionar.
Mal sabe que ela até busca saber do seu Autor
algumas interrogações e solicita até ser novamente escondida.
Só que o Autor continua a contar sua história...
Continua a mostrar os passos que ela deva dar
e não diminui sua intensidade e pulsação.
O Autor revela a cada dia algo novo à verdade.
Dando à ela ainda mais firmeza, beleza e constância.
Sabe?
O Autor deu à verdade uma música para ser cantada durante a jornada.
E a melodia dessa música é que tem feito com que
seus passos continuem a ser dados.
Enfim, a verdade está aí!
Viva...
Sendo o que ela é sem se importar com quem não quer que ela seja.
É a verdade!
Apenas isso....

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