quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O que era para ser ainda é possível.....

Transtorna toda uma certeza quando nos deparamos com certos fatos que jamais pensaríamos que pudessem acontecer.
Parece que uma névoa surge a nossa frente e faz com que a imagem que antes tínhamos se torne embaçada, desfocada, longe da realidade.
Segredos são revelados e põem em xeque (não mate) detalhes que antes eram concretos.
Eram sonhos?
Era mentira todo o jeito de agir?
Por acaso não apreendeu tudo o que foi revelado na Palavra?
Vivia com uma máscara?
Não..... apenas não percebeu que estava se distanciando.
Ou então, não quis perceber.
Quem sabe?
O perigo de andar na beira do precipício é esse:
quando menos se espera acontece o tombo.
Por causa de uma pedra que está solta...
Por estar chovendo....
Por vir uma ventania....
Por uma simples olhada para baixo, para ver a profundidade do mesmo...
Pronto! Tomba.... e logo no precipício.
Para que ficar andando em sua beirada?
Afinal, somos suscetíveis às quedas, mas há diferença entre cair na estrada e cair no precípio.
Mas há uma verdade que jamais poderá ser esquecida: o amor de Deus.
O verdadeiro amor, que não abandona nem mesmo quando há a queda.
Basta que se veja a mão estendida.
Apenas isso!
Não era mentira!!!
O que era para ser ainda é possível....
Acredite!!!
E a névoa?
Essa se dissipa com o raiar do Sol da Justiça...
"Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e coloquem toda a esperança na graça que lhes será dada quando Jesus Cristo for revelado.... 'Sejam santos, porque eu sou santo'." (1Pe 1.13, 16)

Um comentário:

Alessandro Tristão disse...

Certamente, nossas certezas são transtornadas a cada momento quando nos deparamos com fatos que jamais pensaríamos que pudessem acontecer, daí somos surpreendidos por uma grande desilusão, a imagem já não é a mesma. Será que se tornou embaçada e desfocada? Acredito que nesse momento acabamos enxergando o que na verdade não gostaríamos, por isso as grandes mundanças são resultados de grandes frustrações, detalhes que antes eram concretos, mas que já existiam a um longo tempo.
Eram meus sonhos?
Era mentira todo o meu jeito de agir?
Por acaso não apreendi tudo o que foi revelado na Palavra?
Eu vivia com uma máscara? Hoje, também me faço essas perguntas...
Abraços!
www.alessandrotristao.com