domingo, 29 de março de 2009

Não devemos alimentar uma dor escondida, abatendo a alma, cobrindo-nos com o manto da tristeza e, em uma entrega, derramar um pranto de desespero.
O Mestre nos chama....
Está à porta batendo:
"Deixa-me entrar!"
Abramos depressa!
Fechada ela não pode ficar.
Ele nos quer falar algo.
Ouçamo-lo!
Sua voz é suave.
Espalha-se no interior do nosso ser e chega até à alma.
A dor tem seu grilhão partido.
Uma paz invade-nos.
A lágrima torna-se gozo.
A tristeza tira o seu manto.
"Eis-me aqui Senhor!"

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