sábado, 13 de dezembro de 2008

Incoerência.

Incoerência... 
Ela determina certas atitudes nossas em momentos não desejados.
Revela-nos a própria verdade, mostrando-nos o quão frágil somos. 
Ela não considera nossas certezas e verdades, mas monopoliza nossas emoções e nos condiciona a buscar o inexistente. 
Ela desvenda nossa intimidade de um modo que não desejamos. 
Ela é ela! 
Sem noção, louca e concreta. 
E vem assim, sem pedir licença. 
Pois sabe que se isso fizer, será rejeitada e deixada em um local inalcançável. 
Então ela vem... 
Derruba as razões da alma e direciona-a para uma utopia momentânea. 
Revela-se por uma água morna que brota de poços repletos por essa substância líquida e meio salgada. 
E essa água se mistura a gritos que não são audíveis, mas que ecoam dentro das câmaras do consciente e retumbam em um eco constante de dor. 
E assim vai, dia-a-dia buscando romper os limites impostos não por ela, mas pelas situações e compromissos. 
E um dia ela conseguirá! 
Ah! 
Sim! 
A incoerência surgirá e mostrará que ela realmente não é incoerente. 
Ela é apenas assim denominada por jamais ter sido vista em toda a sua plenitude, pois é em toda sua essência a personificação da real alegria. 


Então, venha incoerência! 
Revele-se sem questionamentos ou medo. 
Quem assim lhe fez sabe de sua capacidade e já lhe deu tudo que é necessário para que você seja você. 
Venha! 
Não se intimide pelos “nãos” ou “sins”. 
Confie totalmente Naquele que realmente lhe conhece e sabe que jamais irás permitir que a verdade seja suplantada ou desmerecida. 
Venha! 
Eu lhe aguardo, incoerência! 
E saiba que Deus também lhe aguarda, com ansiedade...

3 comentários:

Ludi Botelho! disse...

sauddaes menina..
bjooo

Andre disse...

Lindas palavras... Guardei para ler sempre que precisar... Abraços...

SANDRO disse...

ADOREI AS PALAVRAS, MENINA PARABÉNS!!!!!!!!!!